À Descoberta do século XIII

A disciplina de História e Geografia de Portugal, anualmente, lança aos seus alunos um desafio de elaborar trabalhos alusivos a um dos temas em estudo. Este período foi a vez dos alunos do 5º ano aplicarem a sua grande criatividade na exploração do tema “À Descoberta do século XIII”. Esta proposta vem, de forma lúdica, promover o desafio de aprender a saber fazer, aliando conhecimento e ação. Como muito bem citou Matias Alves nas recentes jornadas de formação, promovidas pelo nosso Agrupamento, “Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar (Rubem Alves)”. Assim, com estas atividades procuramos sair das rotinas, promover outras competências, aprender fazendo, refletindo, relacionando e assim tornar os nossos alunos seres mais poderosos, formando sujeitos ativos e intervenientes.

Aqui ficam algumas fotos que testemunham a dedicação, empenho e criatividade dos nossos alunos e dos seus encarregados de educação que colaboraram no desenvolvimento deste projeto.

 

Professoras: Ana Paula Henriques

Isabel Santos Silva

Susete Mota

 

O comboio na 2ª metade do século XIX

Em 1856 realizou-se a primeira viagem de comboio, entre Lisboa e Carregado e, em Portugal, na segunda metade do séc. XIX, o comboio tornou-se no meio de transporte mais utilizado e as linhas férreas expandiram-se por todo o país, facilitando a circulação de pessoas e mercadorias. Viajar era agora mais barato, rápido e seguro, o que contribuiu para o desenvolvimento da agricultura, da indústria e do comércio.
Em 1887 deu-se início ao serviço internacional do “Sud-Express” que ligava Paris-Madrid-Lisboa com um comboio de luxo.
Portugal ficou assim mais perto do centro da Europa o que originou uma mais rápida divulgação de ideias, jornais e revistas.

Trabalho realizado por: Inês Figueiredo, 6ºC
Margarida Costa, 6ºC

À DESCOBERTA DA EXPANSÃO MARÍTIMA

Nos tempos atuais muito se fala de empreendedorismo. O papel do empreendedor é identificar oportunidades, agarrá-las, procurar recursos e transformá-las em soluções para a satisfação de necessidades.
Neste contexto podemos considerar a Expansão Marítima o expoente máximo do empreendedorismo. Os portugueses, perante problemas económicos graves realizaram feitos heroicos ao desafiar o desconhecido, atravessaram mares nunca dantes navegados e deram novos mundos ao mundo.
Pela importância dos Descobrimentos Portugueses, o grupo de História e Geografia de Portugal lançou o desafio aos alunos do 5º ano, integrado nos conteúdos curriculares e no Plano Anual de Atividades, de elaboração de trabalhos relacionados com o tema. Os alunos lançaram mãos à obra e mostraram o seu espírito aventureiro, criativo e inovador apresentando trabalhos de elevada qualidade. A exposição com os trabalhos realizados pode ser visitada pela comunidade educativa na Escola Básica Integrada de Ferreira de Aves e Escola Básica Ferreira Lapa. Os alunos do 5º ano, com a colaboração do professor de Educação Musical cantaram canções relacionadas com os descobrimentos. Desde já agradecemos o empenho e colaboração ativa dos encarregados de educação e outros membros da comunidade educativa em muitos dos trabalhos executados pelos seus educandos.
Aqui vos deixamos fotos dos belíssimos trabalhos realizados.

A vida quotidiana no século XIII

A vida do povo Ana BeatrizPovo

Estamos no século XIII e eu faço parte do povo. A nossa vida é muito difícil pois o que ganhamos mal dá para por a comida na mesa.
Trabalhamos a terra de sol a sol e por ela pagamos uma parte da produção ou renda fixa em géneros ou moeda mas também trabalhamos nas colheitas do senhor e reparamos os muros e muralhas do seu castelo.
Vivemos em pequenas aldeias nos senhorios, próximas das terras de cultivo. As nossas casas são feitas de madeira ou de pedra, cobertas de colmo e têm chão de terra batida. Dormimos todos num canto do único compartimento em cima de palha.
Costumamos comer pão feito de trigo, cevada, centeio e milho miúdo acompanhado por vinho. Por vezes também comemos legumes, ovos, toucinho, queijo, peixe e, raramente, carne de aves ou vaca, estes só para os dias de festa.
Os nossos divertimentos estão relacionados com a vida religiosa. Festejamos a festa da Páscoa e do Natal e também fazemos romarias aos santos.
O nosso vestuário é simples e feito com tecidos de linho e lã fiados e tecidos em casa.
A nossa vida é muito difícil porque por tudo o que fazemos e temos pagamos impostos. Pouco nos sobra no final. 
Esta é a vida do povo

Trabalho realizado por: Ana Beatriz Tomás Carvalho, nº 1, 5º D

Emilia

Trabalho realizado por: Emília Giroto, nº 7, 5º D

Gustavo

A minha vida de monge

Chamo-me Diogo e sou um monge do século XIII. Neste pequeno texto pretendo contar alguns detalhes da minha vida.
Todos os dias, às seis horas da manhã, vou trabalhar para o campo ou tratar dos doentes ou receber os pobres e os peregrinos. Depois, durante duas horas vou ler para o claustro e, de seguida, vou almoçar com os irmãos e mais tarde, vou ouvir o abade a ler capítulos da Bíblia e, no final do dia, antes de jantar e ir para a cama vou assistir à missa.
Agora, só espero ter inspirado alguém a ser monge.

Trabalho realizado por, Diogo Rodrigues,nº 6,  5º D