Materiais – 6º ano

D.SEBASTIÃO E A BATALHA DE ALCÁCER QUIBIR

Quando D. João III morreu já todos os seus nove filhos tinham falecido. O trono foi herdado pelo neto, D. Sebastião, apenas com 3 anos. A sua avó, rainha D. Catarina e o cardeal D. Henrique, asseguraram a regência até o rei-menino ter 14 anos.
Quando fez quatorze anos, Dom Sebastião tomou conta do governo. Sendo, além de jovem, muito religioso e influenciável, o seu modelo eram os antigos heróis e o seu sonho as grandes batalhas de combate aos infiéis. Daí que o seu principal projeto fosse conquistar Marrocos aos muçulmanos.

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Aos 24 anos rei formou um exército e partiu numa guerra contra o Islamismo.
Após vários erros estratégicos, cometidos antes e durante o confronto, o exército português foi esmagado. O próprio rei morreu na batalha de Alcácer Quibir. 

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Ao abandonar a costa, além de fatigar o exército, o rei impossibilitou
a retirada e perdeu o apoio dos canhões das naus portuguesas.
Os comandantes militares mais experientes chegaram a pensar
na prisão de D. Sebastião, tão desacertado era o seu comando

Este acontecimento teve consequências terríveis para o nosso país. Além de agravar a difícil situação económica, a independência de Portugal ficou em perigo, pois o rei morreu sem deixar filhos. Subiu ao trono o seu tio-avô, cardeal D. Henrique, único elemento do clero a ser rei de Portugal. 

  Sendo um religioso, o cardeal-rei também não tinha descendentes e morreu após dois anos, em 1580.

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O IMPÉRIO PORTUGUÊS NO SÉCULO XVIII

Durante a ocupação filipina, os países inimigos da Espanha (Holanda, Grã-Bretanha e França), ocuparam parte do Império Português.
Após a restauração da independência, apesar de ter recuperado alguns dos territórios perdidos, o Império de Portugal tinha diminuído, bem como o comércio com o Oriente.
Portugal vira-se então para os domínios em torno do Oceano Atlântico, navegando entre a Europa/África/América.
O Brasil passa a ser a principal fonte de riqueza do Reino.
No século XVII, o açúcar brasileiro ocupou o lugar dos produtos orientais na economia portuguesa.
Foi no século XVIII, que os engenhos produziram maior quantidade de açúcar.

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Para os trabalhos duros das plantações, foi necessário recorrer à mão-de-obra escrava africana.

O tráfico de escravos

As plantações de cana-de-açúcar e, mais tarde, a descoberta de ouro no Brasil originaram uma grande necessidade de mão-de-obra escrava africana. Os índios brasileiros, habituados a viverem da caça e da recoleção, não se adaptaram aos trabalhos duros das plantações de açúcar.
A sua fraca constituição física e o facto de não resistirem às doenças europeias, transmitidas pelos colonos, foi outro motivo da não adaptação. Da costa africana partiram, então, milhares de escravos em direcção ao Brasil.

Os escravos podiam ser comprados a chefes locais, prisioneiros de guerra ou capturados pelos traficantes. Eram depois marcados com um ferro em brasa e levados para armazéns, ou prisões, até serem transportados para o seu destino.

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Nos navios que os transportavam – os navios negreiros – as condições eram ainda piores. Mal alimentados, mal agasalhados e vivendo num ambiente de grande sujidade, as doenças propagavam-se com rapidez. O número de mortes em cada viagem era sempre muito elevado.

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Ao chegarem ao Brasil, eram separados e vendidos. Forçados às mais duras tarefas e aos constantes maus tratos, tentavam muitas vezes fugir para o interior e esconderem-se ou começar uma nova vida em liberdade.
Por isso, os colonos ricos tinham vigilantes encarregues de capturar os fugitivos.

A libertação dos escravos era difícil. Podia, no entanto, ser feita através de uma carta de alforria dada pelo dono como recompensa de qualquer serviço excepcional ou, em casos muito raros, comprada pelo próprio escravo, se conseguisse juntar dinheiro. Como o seu trabalho só era pago em roupa e comida, podes imaginar que foram muito poucos os que o conseguiram fazer.

Os Bandeirantes

Nos finais do século XVII e durante o século XVIII, as Bandeiras: expedições organizadas por Bandeirantes em busca de ouro/diamantes e de índios para escravizar. Estas expedições foram bem sucedidas e permitiram a colonização e desenvolvimento do interior do Brasil tendo Fundado cidades e povoações o que permitiu alargar as fronteiras do Brasil para além da linha de Tordesilhas.

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Durante o reinado de D. João V chegaram ao reino grandes quantidades de ouro e diamantes, vindos do Brasil. Também o comércio de açúcar, tabaco, vinho e sal dava grandes lucros. Isto tornou D. João V um rei muito poderoso e rico.

D. João V

D. João V

Passou a governar sem convocar Cortes e concentrou em si todos os poderes: o poder legislativo (fazer as leis), o poder executivo (mandar executá-las) e o poder judicial (julgar quem não cumpre a lei). Governou como rei absoluto.
A corte de D. João V tornou-se uma das mais ricas da Europa. Davam-se grandes banquetes, consumia-se café e chocolate, novidades da época, e rapé (tabaco moído). Nos bailes, dançava-se a pavana e o minuete ao som do violino ou do cravo. Jogava-se às cartas, às damas e aos dados. Assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais. Era também muito apreciado o espectáculo das touradas e a ópera.

Sociedade
A nobreza
A nobreza continuava a ser um grupo social privilegiado, que vivia dos rendimentos das suas propriedades.
Imitava em tudo o luxo da corte de D. João V: habitação, festas, banquetes, vestuário…

O clero
O clero era também um grupo social rico e poderoso. Com a protecção do rei, aumentou o número de mosteiros, conventos e igrejas.
Para além do culto religioso, dedicava-se ao ensino e à assistência aos necessitados. Presidia ao Tribunal da Inquisição que julgava todos os que não respeitavam a religião católica.

O povo
O povo vivia com muitas dificuldades, sobretudo no campo, devido aos baixos salários e aos muitos impostos. Continuava a alimentar-se sobretudo de pão, peixe e legumes. Eram pequenos comerciantes, artífices, camponeses, criados, aguadeiros, carregadores…
Este grupo social engloba também a alta burguesia que continuava a enriquecer com o comércio.

As grandes construções
O reinado de D. João V foi marcado pela construção de obras monumentais, possíveis devido ao ouro do Brasil, entre as quais se destacam o Palácio e Convento de Mafra e o Aqueduto das Águas livres em Lisboa.

Palácio e Convento de Mafra

Palácio e Convento de Mafra

Aqueduto das Águas Livres

Aqueduto das Águas Livres

O estilo da época é o Barroco que se caracteriza pela abundância de decoração e pelo uso de linhas curvas. Igrejas e palácios são decorados com talha dourada, azulejos e mármore.
Desenvolveu-se a ourivesaria, a cerâmica, a pintura, a azulejaria, o mobiliário, …

Dentro deste estilo, podemos encontrar no património local do nosso concelho, Sátão, um belíssimo exemplar, o Santuário de Nossa Senhora da Esperança situado na localidade de Abrunhosa. Foi construído no século XVIII, por ordem do cónego Luís Bandeira Galvão, no lugar onde existia uma primitiva capela, cumprindo o voto de um seu tio, seu homónimo, irmão da Confraria de Nossa Senhora da Esperança. É um templo maneirista e barroco, onde sobressai uma grande harmonia estilística e arquitetónica. Destacam-se no interior os tetos pintados, a decoração de talha dourada ao estilo nacional, as moldura, os florões e as pinturas marmoreadas. Refira-se também o órgão rococó no coro-alto. Recentemente todo o templo foi alvo de obras de restauro que contaram com o apoio gratuito de grande parte da população local. Esta recuperação demorou vários anos e foi celebrada oficialmente com a presença do Presidente da República no dia 14 de agosto de 2009.

Aqui deixamos algumas imagens do Santuário de Nossa Senhora da Esperança.

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LISBOA POMBALINA E A AÇÃO DO MARQUÊS DE POMBAL

D. José I sucedeu a D. João V mas, a quantidade de ouro brasileiro que chegava a Portugal era cada vez menor. Logo no início do seu reinado, a 1 de novembro de 1755, o território português foi abalado por um violento terramoto com maior intensidade em Lisboa, Setúbal e Algarve.

O sismo de magnitude 8.5, com epicentro a cerca de 240 quilómetros de Lisboa, criou um tsunami que, em cerca de 40 minutos, devastou a cidade e matou mais de 10 mil pessoas. 

 O ministro do reino, marquês de Pombal, tomou a seu cargo todas as diligências para resolver os problemas causados pela catástrofe natural. 

Ainda sobre a ação do marquês de Pombal pode ser consultado o vídeo seguinte:

A ação do Marquês de Pombal – as reformas pombalinas

Finalidade das reformas: desenvolver o país e fortalecer o poder do rei

Reformas económicas
• Para desenvolver a indústria e diminuir as importações – instalou ou apoiou novas indústrias.
• Para proteger a agricultura e a pesca e desenvolver o comércio criou as companhias comerciais controladas pelo Estado: Companhia dos Vinhos do Alto Douro e a Companhia de Pescas do Algarve.

Reformas sociais
• Perseguiu todos os que se opunham à sua política e ao fortalecimento do poder rei:
–  a nobreza retirando-lhes bens e cargos (execução da família dos Távoras);
– o clero, principalmente os Jesuítas, expulsando-os do país.
• Protegeu a burguesia e os comerciantes
• Proibiu a escravatura e declarou livres todos os escravos no Reino.
• Acabou com as diferenças entre cristãos-novos e cristãos-velhos.

A nobreza e o clero perderam privilégios e riquezas. A burguesia foi favorecida. Reduziram-se as diferenças entre os grupos sociais.

Reformas no ensino
O ensino em Portugal era ministrado pelos Jesuítas e depois destes serem expulsos, o marquês de Pombal organizou uma rede pública de escolas. Os métodos de ensinar foram revistos e tornados mais práticos e experimentais. Assim:
• Criou escolas primárias
• Fundou o real Colégio dos Nobres
• Extinguiu a Universidade de Évora controlada pelos Jesuítas.
• Reformou a Universidade de Coimbra introduzindo o ensino experimental.
Depois da morte do rei D. José I (1777) o marquês de Pombal foi demitido de todos os cargos de governo pela rainha D. Maria I por ter cometido muitas injustiças.

O Marquês de Pombal marcou a sua época: foi odiado por uns e amado por outros.

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A REVOLUÇÃO FRANCESA E SEUS REFLEXOS EM PORTUGAL

Nos finais do séc. XVII, houve em França uma grande revolução que pôs fim à monarquia absoluta (absolutismo) e acabava com os direitos do clero e da nobreza, o que os fazia igual a qualquer cidadão. O seu lema era: «Liberdade, Igualdade e Fraternidade». Os manifestantes eram principalmente: o povo e a burguesia.
Os reis europeus absolutistas sentiram-se ameaçados com estas ideias liberais, uniram-se e declararam guerra à França.
Napoleão Bonaparte estava à frente do governo francês e conseguiu derrotar os seus opositores e passou a dominar grande parte da Europa, com excepção da Inglaterra. Para os enfraquecer, ordenou que todos os portos europeus não permitissem a entrada de navios ingleses – Bloqueio Continental.
Portugal, como era um velho aliado da Inglaterra e não queria perder o comércio com os ingleses, demorou a aderir ao bloqueio continental imposto por Napoleão Bonaparte.
Quando o príncipe regente decidiu aderir ao bloqueio continental, já a França e a Espanha, sua aliada, tinham decidido invadir Portugal.
A família real, com medo de ser presa pelas tropas francesas, parte para o Brasil em 1807, e é criada uma Junta de Regência para governar Portugal.

Portugal foi invadido 3 vezes pelos franceses.

Vídeo sobre a incrivel História das linhas de Torres Vedras.

No nosso concelho os franceses passaram na 3ª invasão comandada pelo general Massena. Esta passagem ficou registada na toponímia local tendo sido a rua da nossa escola ficado conhecida como ” Rua 20 de setembro”, data da passagem dos franceses. 

Video da 3ª invasão:

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PORTUGAL NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

A VIDA NO CAMPO

As principais atividades do meio rural na segunda metade do século XIX continuavam a ser a agricultura, a criação de gado e a pesca nas zonas do litoral.

Na sua maioria, os camponeses não eram donos das terras em que trabalhavam. As terras pertenciam sobretudo à antiga nobreza, proprietários burgueses e a alguns lavradores mais abastados.
O trabalho no campo era muito duro e os rendimentos eram poucos, por isso, os camponeses viviam muito pobremente.

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Com a introdução da máquina na agricultura, aumentou-se o desemprego por já não ser precisa tanta mão-de-obra, dificultando ainda mais a vida dos homens do campo.
Para aumentar a produção agrícola foram tomadas as seguintes medidas:
Acabaram com o “direito de morgadio”;
Dividiram terrenos baldios para serem cultivados;
Melhoram-se as técnicas de cultivo:
– Alternância de culturas;
– Expansão do cultivo do arroz e da batata;
– Seleção de sementes
– Utilização de adubos químicos.
– Mecanização principalmente o Ribatejo e Alentejo

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– “A alternância das culturas”- no mesmo terreno que antes ficava em pousio,
cultivam-se agora batatas e nabos.

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Alimentação:
Os camponeses alimentavam-se sobretudo do que cultivavam. Dos produtos que mais consumiam destacam-se a batata, pão de centeio ou de milho, sopa de legumes e sardinhas. A carne, mais cara e de difícil conservação, era apenas consumida em dias de festa.

Vestuário:

O vestuário dos camponeses variava de região para região, de acordo com o clima e com as atividades predominantes.

No interior, era frequente os homens usarem calças compridas, coletes ou jaquetas, e calçavam botas ou tamancos de madeira. As mulheres vestiam saias compridas e usavam lenços coloridos na cabeça.

images-2 No litoral, os homens usavam calças curtas ou arregaçadas e geralmente andavam descalços, tal como as mulheres que vestiam saias mais curtas do que as do interior, devido às suas atividades relacionadas com o mar.

Divertimentos:
Os divertimentos das pessoas do campo estavam associados sobretudo às atividades do campo (vindimas e desfolhadas) e à religião (feiras, romarias e festas religiosas).

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As mulheres aproveitavam ainda alguns trabalhos domésticos como lavar a roupa no rio e os homens frequentavam a taberna.

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Podemos concluir que a vida das pessoas do campo era muito difícil, com trabalho de sol a sol, para todos os elementos da família, incluindo as crianças que ajudavam os pais nos vários trabalhos agrícolas.

A Indústria 

A mecanização da indústria beneficiou de inúmeras inovações, mas a “revolução” da indústria deu-se com a utilização de máquinas a vapor.

→ Aparecem assim as fábricas e os operários especializavam-se em determinado trabalho ou tarefa.
Os operários eram homens, mulheres e até crianças, que trabalhavam duramente nas fábricas muitas horas a troco de pouco dinheiro. Em caso de acidente, não tinham qualquer proteção. Eram despedidos sem qualquer indemnização.       

  No século XIX, Portugal era essencialmente agrícola, mas destacavam-se na 2ª metade do século 2 zonas industriais:

  1. Zona do Porto / Braga / Guimarães
  2. Zona de Lisboa / Barreiro / Setúbal

 

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A REVOLUÇÃO REPUBLICANA E A QUEDA DA MONARQUIA

O clima de crise: o descontentamento das classes médias e do operariado

Nos finais do século XIX, Portugal continuava a ser um país predominantemente agrícola. As importações continuavam a aumentar em relação às exportações. O Estado recorria ao aumento dos impostos ou pedia novos empréstimos para pagar os anteriores.

A classe média (pequena e média burguesia) confrontava-se com o aumento de impostos e as suas pequenas e médias empresas enfrentavam graves dificuldades.
O operariado, tinha baixos salários com horas excessivas de trabalho.
Os antecedentes da Revolução Republicana

• O ultimato inglês.

• A 31 de Janeiro de 1891, foi organizado no Porto, uma tentativa de implantação da República, mas a revolta acabou por ser dominada pelas forças da guarda municipal.

• O rei D. Carlos entregou a chefia do governo a João Franco e este passou a dirigir o País de forma ditatorial, o que provocou forte oposição por parte dos republicanos e dos restantes partidos monárquicos.

O regicídio
No dia 1 de Fevereiro de 1908,o rei D. Carlos e o seu filho D. Luís Filipe foram assassinados no Terreiro de Paço. Os autores do crime foram Costa e Buiça. O sucessor do trono seria D. Manuel que tinha ficado sozinho nas mãos do seu governo embora fosse muito inexperiente.

Para saber mais sobre o regicídio…

Filme inédito no centenário do Regicídio

 

A 1ª República

1915 de Outubro de 1910 – queda da Monarquia e a implantação da República.

No dia 5 de Outubro de 1910, da varanda da Câmara Municipal de Lisboa, proclamou-se a República. Saíram milhares de pessoas para a rua a festejar.
Uma mudança tão profunda justificava que se escolhesse outra bandeira nacional. Mas que cores se deviam usar? E que símbolos?
O governo não perdeu tempo e logo a 15 de Outubro reuniu um grupo de gente com grande prestígio para que elaborasse um projeto de bandeira.
Para justificar os motivos da escolha (a bandeira atual) elaboraram um relatório. A nova Bandeira Nacional foi aprovada pelo Governo a 29 de Novembro de 1910 e homologada pela Assembleia Constituinte a 11 de Junho de 1911.

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A 1ª Guerra Mundial:

Início/Fim: – 1914/1918.
Chama-se mundial porque envolve muitos países.
A guerra é liderada pela Inglaterra e pela Alemanha.
Portugal entra nela a pedido de Inglaterra e para defender as colónias atacadas pelos alemães, só assim poderá aspirar à posse dos territórios africanos

Para ficares a saber mais sobre a participação dos portugueses na 1ª Guerra Mundial:


Causas que levaram ao fim da I República em 1926:
– A 1ª Grande Guerra Mundial – trouxe novas dificuldades económicas, subida do custo de vida. Aumenta os problemas no nosso país.
– O agravamento da situação financeira – o Estado está endividado e a dívida externa aumenta.
– O descontentamento social: faltam alimentos, os preços aumentam, os salários são baixos, surge a agitação social (greves, manifestações, agitação na rua).
– A instabilidade política – as mudanças constantes de governo. Entre 1910-1926 foi um período de grande instabilidade política, porque não havia maioria parlamentar. Houve 9 presidentes da República e 45 governos.
Gera-se um descontentamento geral e defende-se a ideia da necessidade de um governo forte. Uma acção militar pôs fim à 1ª República em 28 de Maio de 1926.

Para te localizares no tempo analisa o friso cronológico:

Friso

 

Salazar2 Durante a ditadura militar Salazar é convidado para ministro das finanças que:

  • Reorganiza as finanças, controla os gastos públicos, segue uma política de austeridade – aumenta os impostos e diminui as despesas públicas.
  • É considerado o “Salvador da Pátria”, pois consegue o milagre financeiro, ter saldos positivos. Ganha prestígio e é nomeado o Presidente de Conselho de Ministros.

UnknownEm 1933 entra em vigor a Constituição que faz nascer o Estado Novo, substituindo a de 1911 que, na prática, não vigorava desde o golpe militar de 1926. O documento subalternizava o Parlamento e as liberdades individuais são também limitadas.
A nova constituição, desenhada pelos militares e por Oliveira Salazar, entrou em vigor em 11 de Abril de 1933, após plebiscito realizado em 19 de Março do mesmo ano.
O regime vai perdurar até 1974, período durante o qual as liberdades individuais e coletivas são limitadas.

Para saberes aqui ficam alguns vídeos e outros materiais para consolidar as matérias explorados em contexto de sala de aula.


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25 DE ABRIL DE 1974 – REVOLUÇÃO DOS CRAVOS

25 de abril

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PORTUGAL NOS DIAS DE HOJE

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