As figuras do 25 de abril (Educação Tecnológica)

Trabalhos realizados em Educação Tecnológica

25 de abril – os cartazes do 6ºA (Educação Visual)

Trabalhos elaborados na disciplina de Educação vIsual

25 de abril – os cartazes do 6º B (Educação Visual)

Trabalhos elaborados na disciplina de Educação Visual

 

Entrevista:“Como era a vida no tempo do Estado Novo”

 

Entrevistador: Filipe Santos Almeida

Tema: “Como era a vida no tempo do Estado Novo”

Perguntas:

1- Como era a sua escola primária?

A minha escola primária só tinha 2 salas e 2 professores para os 4 anos. Uma professora para a 3ª classe e outra para os restantes anos. As aulas eram sobrelotadas, tinham muitos alunos.

 

2- Que matérias eram estudadas?

Geografia, Ciências, Português, Matemática e Religião Moral.

3- Havia divisões entre rapazes e raparigas?

Sim.

4- Havia castigos?

Havia, trabalhava a menina dos 5 olhos (a régua) e a cana da índia. E esses castigos eram para quem não fizesse os deveres, quem se portasse mal, fosse mal educado,…

5- Depois da escola trabalhava em casa?

Sim, sempre. Ajudava os meus pais nos trabalhos do campo, por exemplo, a apascentar as ovelhas, a apanhar comida para o gado, …

6- Tinha tempo para brincar?

Tinha, havia tempo para tudo.

7- Depois de terminar a escola onde trabalhou?

Continuei a trabalhar nas terras para ajudar os meus pais.

8- Quanto tempo trabalhava por dia?

De sol a sol.

9- O seu trabalho era muito exigente?

Sim, era um trabalho muito duro.

10- E as mulheres também faziam o mesmo trabalho?

Sim, as que trabalhavam na agricultura faziam o mesmo trabalho.

11- O ordenado dos homens era diferente do ordenado das mulheres?

No mesmo trabalho os homens ganhavam sempre mais do que as mulheres.

12-Quais as diferenças para si, mais relevantes, entre a sua época e a época atual?

No meu tempo não havia eletricidade e por isso vivíamos muito “fechados” na aldeia, alheios ao que se passava no resto do mundo. Nos dias de hoje, com a rádio, a televisão e a internet sabemos o que se passa lá fora.

No Estado Novo, o trabalho na agricultura era sobretudo um trabalho braçal que contava com a ajuda dos animais, hoje é um trabalho mecanizado o que o torna mais leve e rentável.

Muito obrigado pela atenção e também obrigado pela excelente entrevista que me proporcionou!

Trabalho realizado por: Filipe Santos Almeida, 6ºA, nº5

 

Entrevista à minha avó sobre a sua experiência como criança no tempo de Salazar

Realizei telefonicamente uma entrevista à minha avó que na data de 25 de Abril de 1974 tinha 14 anos e vivia em Lisboa. Falou-me essencialmente da escola.

“ No tempo da escola não me apercebi de estar no regime salazarista, para nós tudo era normal, fomos assim criados. As aulas eram dadas por uma professora e as turmas eram só de meninas ou só de meninos. Cumpríamos o horário, nas salas de aula havia a fotografia do Salazar e um crucifixo. Quando entrava algum adulto na sala de aula tínhamos de nos levantar sempre. Havia uma régua que era usada quando não  estudávamos ou se falássemos sem a Senhora professora mandar. Não podia haver qualquer falta de respeito ou educação para com os mais velhos ou para com a professora.

A nível familiar nunca os meus pais nos fizeram notar grande diferença, tínhamos de tudo um pouco, não havia abundância nem hipótese de desperdiçar nada (roupa, comida, livros, etc).

Havia a PIDE que era a polícia do estado, isto para as pessoas se portarem bem, não falarem mal do regime. Se o fizessem prendiam-nas e desterravam-nas para o “ Tarrafal ” – prisão situada em Cabo Verde.”

Entrevista efetuada por Rafaela Amaral, 6º A

Liberdade de ontem e de hoje – Trabalho de Cidadania e Desenvolvimento

          Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de “Salazar e a construção do Estado Novo”. Esta época é caraterizada pela privação das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a privação de liberdade por ideias, formas de expressão, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da época. Foi um tempo difícil para muita gente. 

            Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma ameaça à saúde pessoal e pública que põem em risco a nossa vida. 

           Faz um pequeno texto onde compares as razões que levaram à privação de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril que nos trouxe a liberdade.

 No tempo de Salazar a Pide estava em todo o lado a ver que falava mal do governo, mas agora já não existe a Pide.

Nos tempos de agora ninguém é preso por falar mal do governo. Estamos impedidos de circular, mas podemos expressar-nos livremente.

Anais, 6º B

 

Durante o Estado Novo as pessoas não tinham nem liberdade de expressão nem liberdade em nenhum aspeto. As pessoas eram controladas pela PIDE.

Havia muita desigualdade entre as pessoas, os ricos eram muito ricos e os pobres eram os “escravos” deles e trabalhavam só para comer.

Atualmente estamos a viver um período sem liberdade derivado a um vírus, que para nossa proteção, temos de estar em casa. Podemos dizer o que nos apetece, falarmos com quem queremos através das novas tecnologias. Eu, tenho em casa tudo o que me faz falta.

As duas faltas de liberdade são realidades totalmente diferentes, a todos os níveis (económicos/financeiros, de expressão e liberdade de livre circulação, etc…) e a de hoje, passará depressa e ficará tudo bem, comparando com a do Estado Novo.

Francisco Rodrigues, 6º B

 

Liberdade no Estado Novo

Durante o Estado Novo, as pessoas não tinham liberdade.   Como era Salazar a governar era ele que fazia as leis, então toda a gente tinha de lhe obedecer. Ele tinha muito poder e como queria ficar a mandar no país, proibiu a existência de outros partidos, reforçou a censura, proibiu que falassem mal da política dele e mandou prender, e torturar toda a gente que não cumpria as regras. Sendo assim, as pessoas não tinham liberdade de expressão, de pensamento, de gosto, de vestuário, etc.

Liberdade agora

           Agora, surgiu uma pandemia, que nos priva de algumas liberdades.  Em 2019 surgiu o coronavírus (covid-19), que é uma doença muito contagiosa. Para não a apanharmos temos que ficar em casa e só sair à rua quando é mesmo necessário. Quando saímos temos que manter distância uns dos outros de um metro e meio, dois metros, temos que usar máscara se possível evitar tocar em muitas coisas; quando chegamos a casa evitamos tocar em alguém e em coisas, antes de nos irmos lavar e trocar de roupa. Sendo assim, não temos a liberdade de nos juntarmos e de estar fora de casa.

Mafalda, 6º B

 

 

 

Liberdade de ontem e de hoje – Trabalho em Cidadania e Desenvolvimento

          Na disciplina de HGP estamos a abordar o tema de “Salazar e a construção do Estado Novo”. Esta época é caraterizada pela privação das liberdades individuais das pessoas, nomeadamente, a privação de liberdade por ideias, formas de expressão, atitudes e comportamentos impostas pelo governo da época. Foi um tempo difícil para muita gente. 

            Hoje estamos privados de outras formas de liberdade e por outros motivos todo o mundo vive com uma ameaça à saúde pessoal e pública que põem em risco a nossa vida. 

            Faz um pequeno texto onde compares as razões que levaram à privação de liberdade das pessoas no Estado Novo e as que estamos a viver agora passados 46 anos do 25 de abril, que nos trouxe a liberdade.

O Estado Novo foi um regime político sob o qual os portugueses viveram, há cerca de 46 anos. Nessa época, os portugueses não tinham liberdade de expressão, pagavam muitos impostos, não tinham direito a boas condições na saúde e na educação, tinham salários baixos, não tinham direito à greve nem direito de manifestação. Também a cultura estava sujeita à censura. Quem fosse contra o regime era perseguido, por vezes preso e torturado. A privação de liberdade devia-se, por isso, ao regime ditatorial existente.

Nos dias que vivemos, desde o mês de março, a privação da liberdade tem outra causa, trata-se de uma questão de saúde pública. Por causa do vírus COVID-19 a liberdade, de praticamente todas as pessoas do mundo, está suspensa. Estamos a viver numa época em que só podemos sair para fazer compras no supermercado, na farmácia, para ajudar alguém com dificuldades ou por questões de trabalho. Não é permitida a aglomeração de pessoas e todos devem estar em isolamento social. Esta privação de liberdade não se deve ao regime político em que vivemos, apesar de essas regras serem impostas pelo governo.

Filipe Santos Almeida 6ºA

 

O estado Novo começou em 1926 durando até 1974. No Estado Novo era proibido dizerem mal do governo, fazendo isso as pessoas eram torturadas. Havia também o lápis azul proibindo as coisas que o governo achava relevantes e mostravam ideias contra o governo. Pessoas que eram analfabetas não podiam votar nas eleições. Em 1974 houve a revolução de 25 de Abril que permitiu mesmo às pessoas analfabetas poderem votar, mas mesmo assim tinham de ter mais de 18 anos. As pessoas deixaram de ser torturadas por dizer mal do estado. Resumindo o meu texto a revolução de 25 de Abril trouxe toda a liberdade merecida para nós.

Frederico, 6ºA

 

No século XX, há 46 anos atrás em Portugal quem mandava em Portugal era a ditadura do Estado Novo, mas principalmente o Marcelo Caetano que tinha substituído Salazar.

Neste momento quem manda em nós é o presidente da república e os representantes do governo.

Durante a ditadura tivemos privação de liberdade, era o tempo de Salazar.

No tempo de Salazar quem dissesse o que ele não queria era torturado, na atualidade as pessoas podem dizer o que pensam, em liberdade.

A vida das pessoas portuguesas melhorou muito desde que o Salazar e os governantes que o seguiram foram retirados do poder, no 24 de abril de 1974.

Isaac, 6ºA

 

Nos tempos em que Salazar ainda era ditador, houve: aumento de impostos, para aumentar as receitas, reduzindo os gastos, sobretudo com a saúde, a educação e os salários dos funcionários públicos, para diminuir as despesas.

Em (1933-1974) começou a haver privação de liberdade, até que Salazar adoeceu.

Agora nós, estamos privados de liberdade, mas por causa do covid-19 e estamos em quarentena por causa desta pandemia mundial.

   Mas é muito diferente da ditadura de Salazar, agora também estamos privados de liberdade, estamos em estado de emergência, limitados às saídas para o exterior para não contagiar e nem ser contagiado.

Laura, 6ºA

 

O Estado Novo proibiu as greves, manifestações, os sindicatos foram controlados pelo governo. Reforçaram a censura nos jornais, rádio, televisão, filmes, teatros e outros espetáculos enfim não havia liberdade de expressão. O objetivo da censura era para que a população não prejudicasse o regime ditatorial. Criaram a PIDE em 1945 Polícia Internacional de Defesa do Estado para vigilância e defesa do Estado. Eles torturavam e prendiam quem criticasse e se opusesse à ditadura. Havia militantes e simpatizantes do partido comunista português que era ilegal. Milhares de pessoas foram presas e morreram na prisão do Tarrafal, em Cabo Verde.

Com o surto de Covid-19, foi proibida a saída das pessoas para o exterior das suas casas. As pessoas só podiam sair para tratar de necessidades básicas. As saídas também estão a ser controladas pelo governo. Reforçaram-se as notícias sobre o covid-19 nos jornais, rádio televisão e documentários para explicar tudo sobre este vírus e o que se passa no mundo.O objetivo é informar as pessoas do vírus para não contagiarem os outros nem a elas. A GNR e a polícia tomaram medidas para controlar o movimento das populações, estamos agora privados de liberdade. Muita gente tem morrido no mundo por causa desta pandemia. Tal como no Estado Novo estamos agora privados de liberdade, mas por motivos diferentes.

Luna, 6ºA

 

Todos nós vivemos num mundo cada vez mais dependente das tecnologias e internet.  Penso que o 25 de abril deve ser relembrado com orgulho pois, durante a ditadura a vida era dependente de trabalho e do silêncio, agora pelo menos, com os telemóveis e internet, podemos exercer livremente o nosso direito de expressão, apesar de confinados à nossa residência.

Mariana, 6º A

 

Quando Salazar entrou no poder mandou elaborar uma nova constituição, a constituição de 1933 e nela dizia que “Leis especiais regularão o exercício da liberdade de expressão, de ensino, de reunião e de associação devendo[…] impedir[…] a perversão da opinião pública”  ou seja ninguém no tempo de Salazar tinha Liberdade. Salazar tinha medo de que saísse alguma coisa de mal sobre o Estado Novo, por isso começou a censurar os jornais e criou a PIDE.

Atualmente toda a gente tem as suas liberdades e é livre de dizer o que quer graças aos soldados que no dia 25 de abril de 1974 se aventuraram e marcharam até Lisboa para pôr fim ao Estado Novo e assim começar a democracia.

Maria, 6º A

 

Durante a ditadura de Salazar, a vida do povo era muito dura, havia a censura.  Os meios de comunicação eram minuciosamente vigiados, os músicos e escritores eram expressamente proibidos de publicar as obras que eram autores e não existiam eleições. Existia a PIDE que era a polícia política.

Relativamente ao trabalho infantil, os jovens a partir dos 7 anos de idade eram obrigados a pertencer a uma organização militarista de juventude (Mocidade Portuguesa). Nesta organização, os jovens eram obrigados não só a marchar fardados como soldados, como fazer saudação nazi.  Não tinham liberdade de expressão, não tinham direito à educação e à saúde, existiam presos políticos. A forma de vida da população era controlada.

Atualmente, não podemos sair de casa devido a uma pandemia com o nome de covid-19 que teve origem na China, espalhando-se rapidamente quase pelo mundo inteiro.

Milhões de pessoas foram infetadas e outras acabaram por morrer. Este vírus está a afetar mais a população idosa e pessoas com doenças crónicas.  O governo foi obrigado a decretar o estado de emergência, recomendando à população não sair de casa para que este micróbio não se espalha mais. A forma de contágio é através de um simples toque, abraço, beijo por isso somos obrigados a ficar resguardados em casa.

Martim, 6º A

 

Antigamente havia privação de liberdade, pois Salazar foi apoderando-se dos poderes do presidente da República.

Também tomou algumas medidas, tais como a criação da PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), que tinha como objetivo torturar e aprisionar quem dissesse mal dessa ditadura. A Assembleia Nacional limitava-se a aprovar as leis apresentadas pelo governo, ou seja, Salazar fazia as leis que quisesse e todos tinham que o obedecer.

Agora, toda a gente é livre na medida dos possíveis, mas neste momento não somos totalmente livres, porque existe um vírus muito contagiante que pode levar à morte designado por COVID-19 ou simplesmente coronavírus.

Matias, 6º A

 

As razões que levaram à privação de liberdade das pessoas no Estado Novo foi a ditadura que fazia as pessoas ficarem em casa por problemas políticos.

As razões que levaram à privação das pessoas atualmente é por causa do Coronavírus.

Não podemos sair de casa para não apanhar essa doença mas, podemos expressar-nos livremente.

Diogo, 6º A

 

O mundo desconhecido do século XV – os monstros marinhos

Nestas duas semanas em que não foi possível continuar com as aulas presenciais, os alunos do 5º ano, à distância, iniciaram o estudo da Expansão Portuguesa e desenharam possíveis monstros e seres estranhos que povoavam o imaginário das pessoas daquela época. Aqui ficam alguns desses seres fantásticos…

A história da minha vida no Século XIV

No século XIV eu vivia no Sátão.

Era uma zona montanhosa, com muita floresta, poucos campos férteis para cultivo e água em abundância.

Eu pertencia ao grupo social mais desfavorecido, o povo.

Vivia numa aldeia no cimo de uma colina. A minha casa era de madeira, coberta com colmo e tinha o chão de terra batida. Era muito pequena, tinha apenas um compartimento onde vivia com os meus pais, minha avó paterna e meus quatro irmãos mais novos.

Nesse compartimento, dormíamos, cozinhávamos as poucas refeições e aquecíamo-nos à lareira nos longos invernos frios e chuvosos.

A nossa alimentação era pobre, à base de legumes, ovos pão e vinho. Também havia fruta da época. Tanto a castanha como a avelã eram guardadas pela minha mãe para fazer a sopa no inverno, época em que tínhamos menos alimentos. A carne era só para os dias de festa.

O nosso vestuário era muito simples, feito de linho ou lã e confecionado pela minha mãe e avó.

Os meus pais andavam descalços, a minha avó usava sandálias e eu e os meus irmãos usávamos botas de couro untadas com sebo.

Quando acompanhávamos os meus pais a alguma feira cantávamos e dançávamos, era uma alegria. Fora disso, só os meus irmãos mais novos é que brincavam, o resto da família passava os dias no campo e a guardar o gado.

Os meus pais cultivavam algumas terras de um nobre a quem chamavam Senhor, pagavam-lhe a renda em bens alimentares tais como trigo, milho e gado.

Os invernos eram chuvosos e visto o Sátão ter muita abundância de água, havia terrenos que deixavam de ser férteis, pois as sementes apodreciam.

Devido à grande falta de bens para consumo a classe do povo, assim como a minha família começou a passar imensa fome. A minha mãe fazia para as nossas refeições sopa de unto. Eu não gostava desta sopa pois tinha gordura animal e sabia a renço.

As pessoas do povo ajudavam-se umas as outras com a troca de produtos. A minha mãe trocava com outras camponesas unto por farinha e legumes por vinho.

Os grandes senhores continuavam a viver nas casas acasteladas, e mesmo sabendo das imensas dificuldades que a região estava a passar, continuavam a exigir aos meus pais e às pessoas da aldeia o pagamento dos impostos. Independentemente de a colheita ser boa ou má, os grandes senhores queriam na época da recolha dos frutos a sua parte. Os meus pais não tinham como pagar, pois não tinham bens alimentares.

Todos os dias morriam crianças e velhinhos pois eram o grupo mais frágil. Nessa época, a partir do oriente espalhou-se pela Europa uma doença muito contagiosa, a Peste Negra, que se espalhou em 3 meses por todo o continente. Ao Sátão chegou com força, pois matou pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais principalmente a classe do povo, que era a que tinha menos higiene e que estava mais fraca a nível de saúde devido à pouca alimentação. Nessa época, também perdi a minha avó e os meus dois irmãos mais novos. Havia menos pessoas a trabalhar nas terras.

Passamos por um período difícil pois havia peste, fome e imensa guerra. A guerra foi devido aos camponeses do Sátão revoltarem-se contra os seus senhores e contra o próprio reino, devido a tanta dificuldade porque estavam a passar. Houve revolução não só no Sátão, como em vários reinos vizinhos.

O rei D. Fernando também se envolveu em várias guerras com Castela. A fome e a guerra continuaram. Em 1383 morre o rei D. Fernando. Ao longo de 2 anos houve crise política devido à sucessão ao trono e à quase perda da independência. Em 1385 D. JoãoI, é por fim, aclamado rei de Portugal.

Na minha opinião D. João I Mestre de Avis foi um bom rei, porque lutou pela independência de Portugal, mandou construir o Mosteiro da Batalha e foi através dele que se levantou um mundo novo e uma nova geração de gentes

Edgar Silva, Nº5, 5ºB