A vida quotidiana no século XIII

A vida do povo Ana BeatrizPovo

Estamos no século XIII e eu faço parte do povo. A nossa vida é muito difícil pois o que ganhamos mal dá para por a comida na mesa.
Trabalhamos a terra de sol a sol e por ela pagamos uma parte da produção ou renda fixa em géneros ou moeda mas também trabalhamos nas colheitas do senhor e reparamos os muros e muralhas do seu castelo.
Vivemos em pequenas aldeias nos senhorios, próximas das terras de cultivo. As nossas casas são feitas de madeira ou de pedra, cobertas de colmo e têm chão de terra batida. Dormimos todos num canto do único compartimento em cima de palha.
Costumamos comer pão feito de trigo, cevada, centeio e milho miúdo acompanhado por vinho. Por vezes também comemos legumes, ovos, toucinho, queijo, peixe e, raramente, carne de aves ou vaca, estes só para os dias de festa.
Os nossos divertimentos estão relacionados com a vida religiosa. Festejamos a festa da Páscoa e do Natal e também fazemos romarias aos santos.
O nosso vestuário é simples e feito com tecidos de linho e lã fiados e tecidos em casa.
A nossa vida é muito difícil porque por tudo o que fazemos e temos pagamos impostos. Pouco nos sobra no final. 
Esta é a vida do povo

Trabalho realizado por: Ana Beatriz Tomás Carvalho, nº 1, 5º D

Emilia

Trabalho realizado por: Emília Giroto, nº 7, 5º D

Gustavo

A minha vida de monge

Chamo-me Diogo e sou um monge do século XIII. Neste pequeno texto pretendo contar alguns detalhes da minha vida.
Todos os dias, às seis horas da manhã, vou trabalhar para o campo ou tratar dos doentes ou receber os pobres e os peregrinos. Depois, durante duas horas vou ler para o claustro e, de seguida, vou almoçar com os irmãos e mais tarde, vou ouvir o abade a ler capítulos da Bíblia e, no final do dia, antes de jantar e ir para a cama vou assistir à missa.
Agora, só espero ter inspirado alguém a ser monge.

Trabalho realizado por, Diogo Rodrigues,nº 6,  5º D

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EXPOSIÇÃO “VIRIATO NA BANDA DESENHADA”

Durante esta semana, a comunidade educativa poderá visitar, na Escola Básica Ferreira Lapa, a exposição denominada “Viriato na Banda Desenhada” e que esteve patente na semana anterior na Escola Básica Ferreira de Aves. Esta exposição, organizada pelo grupo de História e Geografia de Portugal, já esteve patente em Moura e no Museu da Eletricidade da Feira de São Mateus, em Viseu.

Exposição 1 Exposição

Foi uma das iniciativas que assinalaram o Dia de Viriato, esse guerreiro lusitano que liderou a oposição ao domínio romano na Península Ibérica, ficando conhecido como terror romanorum, e que inspirou diversos autores de banda desenhada a relatar as suas façanhas.

A mostra é uma produção do Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (Gicav), com a colaboração da Câmara Municipal de Viseu, Junta de Freguesia de Viseu e do Instituto Português do Desporto e Juventude.

A exposição conta com ilustrações originais de Viriato de 20 artistas locais e nacionais (Artur Correia, José Ruy, Mara Mendes, José Garcês, Miguel Rebelo, Augusto Trigo, Pedro Emanuel, José Almeida, Eugénio Silva, Baptista Mendes, João Amaral, Paulo Medeiros, Pedro Albuquerque, Fernando Santos Costa, Pedro Ribeiro, Carlos Rico, E.T. Coelho, Daniel Almeida, Carlos Almeida, Ricardo Ferreira e António Lança Guerreiro) e um conjunto de aguarelas de José Garcês sobre o herói lusitano, especialmente executadas para o “Dia de Viriato”. Esta exposição também conta com a reedição da obra de José Garcês sobre Viriato, em formato de cartazes de décadas de pranchas publicadas na Revista de BD dos anos 50 do século XX, “Cavaleiro Andante”.

Todas estas imagens mostram Viriato como um guerreiro valente, destemido na defesa dos seus territórios contra a invasão dos inimigos romanos.

Pode ver aqui uma entrevista a José Garcês, autor de várias obras expostas.

Os primeiros habitantes da Península – Alunos do 5º D

Desde há milhares de anos, o homem habita a Península Ibérica.
Viviam em grupos para vencer os perigos e as dificuldades que os rodeavam.
Nunca ficavam muito tempo no mesmo local, andavam sempre de terra em terra à procura de comida, eram nómadas.
A caça era a atividade mais importante para a sua sobrevivência que era feita por grupos de homens porque os animais eram grandes e fortes. Além da caça também praticavam a pesca. As mulheres faziam a recolha de frutos, raízes e folhas.

Texto de Ana Beatriz, Tomás, Marta, Iara e Miguel Matos

Com a alteração do clima e a subida das temperaturas, alguns animais deixaram a Península Ibérica obrigando o Homem a adaptar-se. Tornou-se sedentário e começou a produzir os seus alimentos.

Texto de : Ana Lúcia, Emília Giroto, Francisca, Gustavo

Os primeiros habitantes da Península (alunos do 5º C)

Os primeiros habitantes da Península Ibérica vindos da África, eram recolectores, ou seja, alimentava-se do que recolhiam da natureza, da caça e da pesca. Tinham uma vida muito difícil, sempre à procura de comida, de terra em terra (eram nómadas).

Com o passar do tempo, o clima aqueceu, os homens dedicaram-se à agricultura e pastorícia e surgiram assim as comunidades agropastoris (sedentários).

José Carlos Lopes

Rosa dos Ventos

 

Na aula de HGP, os alunos aprenderam os elementos do mapa que nos permitem compreender o espaço que lá está representado. Um desses elementos, a orientação, aponta no mapa a direção norte com uma seta ou com uma Rosa dos Ventos. A Rosa dos Ventos é um instrumento antigo utilizado para auxiliar na localização relativa, isto é, como um ponto se posiciona em relação a outro. Os alunos foram convidados a dar largas à sua criatividade e elaboraram uma Rosa dos Ventos com materiais diversificados que aqui partilhamos.

 

 

A liberdade de expressão na opinião do 6ºE

 

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A liberdade de expressão é o tipo de liberdade que nos permite exprimir o que nós pensamos.

Beatriz Esteves
Pedro Silva

Liberdade de expressão é o direito de qualquer pessoa a divulgar livremente ideias e opiniões.
Ricardo Styrov

A liberdade de expressão permite-nos exprimir os nossos sentimentos.
Renata Oliveira

A liberdade de expressão é tão importante como o ar que respiramos.
Nicole Aguiar

A liberdade de expressão é o direito de gritar: Somos Livres!
Mafalda Santos

Liberdade de expressão é podermos expressar as nossas ideias sem perigo de sermos castigados.
Ana Luísa Chaves
Rafael Coelho

A liberdade de expressão é um direito fundamental do ser humano que nos permite ser felizes.
Tãnia Jorge
Rúben Quinteiro

A liberdade de expressão é o fim da ditadura.
Marili Aguiar

Liberdade de expressão é sermos livres.
Bernardo Coelho

Sou livre, Sou Feliz!
Leila Ferreira

A liberdade de expressão é dar asas ao nosso pensamento.
Daniel Gomes

Liberdade de expressão é podermos exprimir-nos livremente.
Rui Correia
Bruno Almeida

A liberdade de expressão é falar do que se quer sem perigo de perseguição.
Inês Caetano
Diogo Ferreira

A liberdade de expressão é uma força do coração.
Leandro Ferreira
Diogo Albuquerque