Materiais – 5º ano

A História estuda a vida do homem ao longo dos tempos, estuda os acontecimentos do passado.

Ao estudarmos História colocamos quatro perguntas sobre os acontecimentos históricos: Quando aconteceram? (tempo) Onde aconteceram? (espaço) Por quê? Como?

A Geografia estuda o espaço, os lugares e suas transformações.

Quem faz/constrói a História? Os historiadores que pesquisam as fontes históricas ou documentos históricos escritos ou não escritos.
É importante estudar História, porque estudando o passado podemos compreender melhor o presente (o que temos hoje) e assim preparar melhor o futuro.

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A PENÍNSULA IBÉRICA  – Localização

Formas de representação da Terra:

 ♣ Esférica – o Globo –Representação da terra de acordo com a sua forma original, uma esfera. Apresenta um baixo nível de deformação da realidade, mas é de difícil transporte e arrumação.
  ♣ Plana – Mapas/o Planisfério -São imagens planas, reduzidas e simplificadas da superfície terrestre, toda ou apenas parte dela. São práticos e de fácil utilização, mas representam a superfície terrestre com grande distorção da realidade – a passagem da forma esférica a plana origina grandes deformações.

♣ Fotografia aérea –São fotografias tiradas a partir de um avião e permitem fazer o levantamento preciso da realidade.

   ♣ Imagem de satéliteSão imagens obtidas a partir de um satélite. Fornecem uma grande quantidade de pormenores e tem cada vez maior qualidade. 

♣ Planta de um local – São representações esquemáticas. 

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A TERRA: OS CONTINENTES E OS OCEANOS

A Terra é dividida em duas metades por uma linha imaginária. Essa linha é o equador.

O equador divide a Terra em duas meias esferas, ou seja, dois hemisférios. São o hemisfério norte e o hemisfério sul, conforme o seu centro seja o pólo norte ou o pólo sul.

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Como sabes, o planeta em que habitamos é a Terra.
O nosso planeta está coberto de água em cerca de 70% da sua superfície, formando mares e oceanos. É por isto que, visto do espaço, a cor dominante do nosso planeta é o azul.
Há cinco oceanos. Aquele que banha as costas portuguesas é o Atlântico; o Oceano Pacífico é o maior de todos; temos ainda o Índico e mais dois oceanos que são gelados e por isso se chamam glaciais: o Oceano Glacial Ártico e o Oceano Glacial Antártico.

Para saberes mais Consulta o seguinte SlideShare:

A PENÍNSULA IBÉRICA – Quadro Natural

Relevo

Na Península Ibérica, as altitudes predominantes variam entre os 200 e os 1000 metros, mas sobressaem várias cadeias montanhosas importantes e algumas áreas de planície.
O relevo peninsular é dominado por um extenso planalto – Meseta Ibérica e por cordilheiras

Principais formas de relevo: montanhas, planaltos, vales e planícies; O relevo montanhoso surge no interior da Península Ibérica;
As planícies predominam nas zonas costeiras.
Rios
Principais rios: Douro, Tejo, Guadiana, Guadalquivir e Ebro;
Nascem num local elevado e desaguam no Oceano Atlântico, à excepção do Rio Ebro, que desagua no mar Mediterrâneo.
Clima
A Península Ibérica situa-se na zona temperada do Norte e, por isso, tem um clima temperado, com a clara manifestação das quatro estações do ano;
Factores que influenciam o clima: mar, altitude, temperatura, precipitação e vento.

Zonas climáticas ibéricas:
a) Área interior ou continental (temperaturas baixas no Inverno e elevadas no Verão, precipitação pouco abundante);
b) Área atlântica (precipitação abundante, sobretudo no Outono e no Inverno e temperaturas amenas no Verão e no Inverno);
c) Área mediterrânica (precipitação reduzida, clima seco; temperaturas amenas no Inverno e elevadas no Verão).
Vegetação natural
É a vegetação que nasce espontaneamente, sem a intervenção do ser humano; varia consoante o clima, o relevo e o tipo de solo e constitui um recurso natural;
Norte e Noroeste da Península Ibérica (área atlântica): florestas de folha caduca, como carvalhos, castanheiros e faias; junto à costa aparecem, por vezes, pinheiros;
Área mediterrânica (Sul): árvores de folha persistente, como o sobreiro e a azinheira;
Área continental (Interior): vegetação mista, com árvores de folha caduca e árvores de folha persistente.

ARQUIPÉLAGOS DA MADEIRA E DOS AÇORES

Os Arquipélagos da Madeira e dos Açores são territórios portugueses desde o século XVI. O Oceano Atlântico é atravessado por uma vasta cordilheira submersa. Muitos dos seus cumes são vulcões e alguns atingiram a superfície das águas, dando origem a diversas ilhas. E foi assim que se formaram os arquipélagos, conjunto de ilhas relativamente próximas.

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AS PRIMEIRAS COMUNIDADES HUMANAS DA PENÍNSULA IBÉRICA

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Desde há muitos milhares de anos que o Homem habita a Península Ibérica (cerca de 500 mil anos). Vieram de África através do estreito de Gibraltar (que na altura formava um Istmo).
Esses primeiros homens viviam em pequenos grupos, comunidades. Tiveram de ser muito hábeis e  só o esforço de todos lhes permitia vencer as dificuldades. O frio era intenso, a neve era muita e dependiam totalmente do que a Natureza lhes dava porque as suas técnicas eram muito primitivas.

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Eram recoletores, isto é, viviam apenas do que recolhiam da natureza através da pesca, da caça, da apanha de frutos, raízes, folhas, ovos, etc.

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Pintavam nas paredes das grutas cenas de caça para lhes dar sorte na caçada- Arte Rupestre.

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As comunidades agropastoris, com a agricultura, dependia muito  da Natureza. Passou a prestar culto a forças sobrenaturais e a enterrar os seus mortos em antas.

No concelho de Sátão existe uma anta, embora em mau estado de conservação, como podemos verificar na imagem.

Anta na freguesia de Ferreira de Aves

Anta na freguesia de Ferreira de Aves

Iberos Celtas e Celtiberos

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Contactos com os povos mediterrâneos 

As comunidades agropastoris da Península Ibérica foram visitadas por outros povos que se dedicavam ao comércio: os Fenícios, os Gregos e os Cartagineses.

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Além das mercadorias, trouxeram novos hábitos e costumes:
Os Fenícios trouxeram a escrita
Os Cartagineses a conservação de alimentos em sal.
Os Gregos o uso da moeda.

OS ROMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA

A partir da cidade de Roma, os romanos formaram um grande império que era chefiado pelo seu imperador.

Possuíam um exército muito poderoso que contribuiu para a conquista e manutenção do império romano.


Depois de muitas lutas com os lusitanos, os romanos passaram a dominar toda a Península Ibérica. No período de paz que se seguiu, os romanos transformaram a vida das gentes peninsulares e a todas as transformações damos o nome de Romanização.

Observa o vídeo das Ruínas de Conímbriga:

No nosso concelho existem vários vestígios da presença dos romanos, nomeadamente os marcos miliários que eram os marcos colocados ao longo das estradas do Império Romano, em intervalos de cerca de 1480 metros. Estas colunas de base rectangular, eram de altura variável. Na base estava inscrito o número da milha relativo à estrada em questão bem como outras informações, como os responsáveis pela construção e manutenção da estrada.
Actualmente, são os miliários que permitem aos arqueólogos e historiadores estimar os trajetos das antigas estradas romanas, pelo que se tornavam valiosos documentos.

Podemos encontrar um desses marcos em Siivã de Cima.

Marco miliário - Silvã

Marco miliário – Silvã

Em Casal do Fundo, em Rio de Moinhos  podemos encontrar dois marcos miliários, sem inscrição numa parede de uma quinta. Supõe-se que estes marcos são de um período tardio, correspondente ao declínio do Império Romano.

Estes marcos não se encontram na sua localização original.

 

 

Marcos miliários em Rio de Moinhos

Marcos miliários em Rio de Moinhos

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O CRISTIANISMO/A ERA CRISTÃ

O cristianismo é uma religião monoteísta (os cristãos acreditavam num só Deus)  que teve início com Jesus Cristo, há mais de 2000 anos, na Judeia, que fazia parte do império romano.

Os cristãos foram perseguidos pelos romanos até que, em 313, o imperador Constantino deu liberdade de culto aos cristãos.

O nascimento de Cristo foi considerado um acontecimento tão importante que séculos mais tarde os cristãos passaram a usá-lo como referência na contagem do tempo, tendo surgido a Era Cristã.

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AS INVASÕES BÁRBARAS


O  império romano era muito extenso e isso acarretou uma série de dificuldades ligadas à manutenção dos seus territórios. Terras férteis e clima ameno foram alguns dos fatores que levaram povos vizinhos a entrar no território Romano. Além desse interesse, não tiveram outra alternativa, pois estavam a ser ameaçados e pressionados por outros povos, sendo a única solução fugir e entrar em terras romanas.
A partir do ano 400, os “bárbaros” começaram a chegar à Lusitânia.

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Os Suevos, foram o primeiro povo a chegar e formaram um reino que abrangia a Galiza, e que tinha capital em Braga. Pouco depois chegaram os Alanos e os Vândalos, bastante mais violentos que os seus predecessores. Os Visigodos chegaram um pouco mais tarde que os povos anteriores, mas no ano 585 do séc. VI já dominavam toda a Península Ibérica, aprendendo a sua língua e alguns dos seus costumes.


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OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA

No século VIII (711) a Península Ibérica foi de novo invadida, desta vez pelos Muçulmanos vindos do Norte de África.
Quem eram os Muçulmanos?
Os Árabes são originários da Península da Arábia, uma zona desértica da Ásia, situada entre o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico. Muito pobres, viviam divididos em tribos, dedicavam-se à pastorícia e ao transporte de mercadorias através do deserto. A sua principal cidade era Meca onde, no século VII, Maomet funda uma nova religião – o Islamismo – a que se converteram todas as tribos.
Os seguidores desta religião são os Muçulmanos.

Após a morte de Maomet, os Muçulmanos iniciaram a sua expansão para a Ásia, o Norte de África e a Península Ibérica.
Pretendiam:
– expandir o Islamismo, procurando converter outros povos à sua religião;
– procurar novas terras e riquezas, para melhorar as suas condições de vida.
Em 711, os Muçulmanos invadem a Península Ibérica, derrotam os Visigodos na batalha de Guadalete e em poucos anos ocupam todo o território, à excepção de uma zona a Norte, as Astúrias.

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A FORMAÇÃO DE PORTUGAL

Durante o período da Reconquista Cristã, chegou à península para lutar contra os Mouros o nobre francês Henrique de Borgonha, que pelos serviços prestados na guerra recebeu como recompensa do rei de Leão, D. Afonso VI, a sua filha Dona Teresa em casamento e o governo do Condado Portucalense com a condição de lhe prestar vassalagem, apoiá-lo militarmente e conquistar terras aos mouros acrescentando-as no seu condado.

Condado Portucalense

O Conde Henrique anexou ao seu domínio o Condado de Coimbra e procurou ficar independente, mas sem o conseguir. Após a sua morte, Dona Teresa, sua viúva, assumiu ao governo pois o seu filho e herdeiro Afonso Henriques tinha apenas três anos de idade nesta ocasião.
Em 1125 Afonso Henriques (com 14 anos) armou-se a si próprio cavaleiro e revoltou-se contra sua mãe (que tinha uma ligação amorosa com o conde galego Fernão Peres de Trava).
Em 1128, D. Afonso Henriques instalou-se com a sua corte no castelo de Guimarães. Em 24 de julho de 1128 travou-se a Batalha de S. Mamede (perto de Guimarães), entre os partidários de D. Afonso Henriques e D. Teresa tendo saído vencedor D. Afonso Henriques que passou a governar o Condado Portucalense.
D. Afonso Henriques tem dois objetivos claros a partir desse momento:
– aumentar os territórios para sul, conquistando-os aos mouros;
– conseguir a independência do seu Condado, travando várias guerras com o seu primo D. Afonso VII.
Tendo obtido alguns sucessos  parciais contra os leoneses, conseguiu que o Rei Afonso VII o reconhecesse como Rei de Portugal em 1143 tendo, pouco depois, o seu título sido confirmado pelo Papa e dessa forma Dom Afonso Henriques “O conquistador” fundado  uma nação, realizando e concretizando o sonho do Conde Henrique de Borgonha, seu pai.
Quanto às conquistas, D. Afonso Henriques conquistou muitas terras aos mouros até sofrer uma queda do cavalo (tinha na altura 60 anos).

Para Saber Mais…

Vídeo sobre a vida de D. Afonso Henriques

 

Vídeo sobre a formação de Portugal

Screen Shot 2015-01-13 at 22.04.37

Livros sobre os Reis da história de Portugal que
podes ler e ouvir gratuitamente clicando [ aqui ]

Sobre a Reconquista Cristã, a formação de Portugal e as armas da reconquista



Para rever a reconquista das terras portuguesas aos mouros: 

A reconquista

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PORTUGAL NOS SÉCULOS XIII E XIV
calameo

 Distribuicao das terras

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A REVOLUÇÃO DE 1383-85

AntecedentesCaptura de ecrã 2015-04-6, às 18.54.02

Consequências

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A resistência à invasão castelhana

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PORTUGAL NOS SÉC. XV – XVI

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A CARAVELA – a vida a bordo

As caravelas foram barcos desenvolvidos pelos Portugueses para as viagens de exploração no oceano Atlântico. Eram pequenas e rápidas e levavam uma tripulação de 20 a 30 homens.

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Constituição da Caravela
Porão – Aí eram guardados os mantimentos, as armas, as mercadorias.
Convés – Aqui se trabalhava, dormia e comia, com bom ou mau tempo.
Castelo de popa – Era aqui que o piloto orientava a navegação. Também existiam dois pequenos aposentos: um para o capitão, outro para o escrivão.
Leme – Peça usada para orientar o navio.
Mastro.
Vela triangular ou latina.

Tripulantes:
Capitão – Muitas vezes um nobre, era a autoridade máxima a bordo.
Piloto – Era aquele que tinha mais conhecimentos da arte de navegar e que coordenava todas as tarefas de navegação.
Mestre – Era o responsável pela tripulação.
Marinheiros – Eram os que dirigiam o navio.
Grumetes – Jovens que iam ganhar experiência.
Artífices – Tanoeiros, calafates, carpinteiros, barbeiros (estes, muitas vezes, faziam de médicos).
Escrivão – Responsável por registar tudo o que acontecia.
Capelão – Responsável pelas tarefas religiosas.

Os perigos do mar

As viagens no oceano Atlântico eram sempre arriscadas. O capitão e o piloto tomavam todos os cuidados para evitar acidentes. Sempre que se aproximavam de terra, usavam a sonda para medir a profundidade da água debaixo do navio, de modo que não corressem o risco de encalhar. Aos perigos reais como as tempestades, os ventos, as correntes marítimas juntavam-se os perigos imaginários decorrentes das histórias fantasiadas de monstros e outros seres.

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A bordo

Uma caravela tinha como tripulação à volta de 20 marinheiros. As naus, embarcações maiores e com mais capacidade de transporte, já precisavam de 50 ou 60 marinheiros. Os marinheiros eram dirigidos pelo mestre do navio e faziam as tarefas que ele lhes distribuía: limpeza, conservação do barco, fazer a carga e a descarga das mercadorias, estar de serviço ao piloto no convés, ser o homem do leme, etc.

O marinheiro que estava de serviço no convés do navio recebia as ordens de navegação que lhe eram dadas pelo piloto, o qual viajava na popa e se encarregava da orientação do barco. Logo que recebia as ordens, o marinheiro gritava ao homem do leme a orientação que ele devia tomar.

A alimentação

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Os alimentos eram poucos e muito controlados para que não acabassem durante a viagem. Por isso, os mantimentos eram distribuídos para um mês, tendo os marinheiros a responsabilidade de os usar de modo a não ficarem sem comida. água, vinho, biscoitos (pão de farinha cozido várias vezes),vinagre, azeite,
carne salgada, peixe seco e salgado, feijão, grão-de-bico, cebolas, alhos, figos, amêndoas, uvas passas, queijos, galinhas, coelhos, cabras, etc.
Tal como acontecia com os outros alimentos, a água sofria os maus efeitos do clima e das más condições do vasilhame em que se guardava. Para bebê-la era, por vezes, necessário fechar os olhos e tapar o nariz (…). Os alimentos sólidos eram entregues crus aos tripulantes, mensalmente, devendo ser cozinhados pelos próprios no fogão de bordo. Os fidalgos e os oficiais tinham os seus próprios cozinheiros.

Higiene

Os marinheiros, assim como os outros tripulantes do barco, não podiam tomar banho e lavavam-se pouco porque a água era um bem muito importante devendo ser usada apenas para beber e para cozinhar os alimentos.
Por outro lado, como não havia casas de banho, as necessidades eram feitas, ou em cima de uma tábua com um buraco, colocada com uma parte de fora do barco, ou para dentro de baldes que eram despejados para o mar.
Devido à falta de higiene e principalmente por causa da alimentação, onde eram raros os alimentos frescos, muitos marinheiros adoeciam. Entre as doenças mais vulgares, contam-se o mal das gengivas ou escorbuto, mais tarde conhecido pelo nome de mal de Luanda, e as doenças pulmonares que começavam a atuar quando se atingiam as zonas mais frias do Sul (…). Para extrair os “maus humores” era preciso sangrar o doente e acudir com clisteres (…).

Tempos livres

Quando apanhavam uma calmaria ou quando a navegação era fácil e havia menos que fazer, os tripulantes ocupavam-se a pescar (no mar alto é difícil apanhar peixe), fingiam touradas e faziam teatros, procissões, e jogavam xadrez (os jogos de azar, como os jogos de dados, eram muitas vezes proibidos, porque acabavam em discussão e pancadaria).

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